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Célere

Célere
Bate o meu coração
Que se fere
Com a ponta de um facão
Sangrando
Até a ultima gota
Quem está nadando
Nesse mar que não se esgota?

Será aquele que me atingiu?
Será aquela que me iludiu?

As vezes a ilusão destrói um coração
Sem precisar de uma faca
Posso dizer que prefiro a faca
Do que tu enganando meu coração.

A faca machuca na carne
A ilusão machuca na alma
Posso até morrer, mas de ilusão não vou sofrer
Se não morrer a cicatriz continuará no meu viver.

Célere
Meu coração por ti já bateu
Mas hoje ele te esquece
Ele parou de bater
Está feliz, porque da sua ilusão
Ele não vai mais sofrer.

18/01/04
Miguel Rodrigues
Enviado por Miguel Rodrigues em 18/01/2006
Código do texto: T100438
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Miguel Rodrigues
Barueri - São Paulo - Brasil, 33 anos
1434 textos (42672 leituras)
6 e-livros (1681 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 06:27)
Miguel Rodrigues