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A POESIA III

acalanto ao sol tento canto de viés,
sinto ter nos braços, se der, não letras mas traços
de furor desigual

acalanto de sonoite menos ser mais ceder
sinto na fronte, se manter, um horizonte
sem que espouque banal

acalanto final sofrer entanto infringir,
sinto ter em breus, se mentir, frestas e vãos cireneus
da cor do real.

acalanto perene a forma que reflexiona,
sinto ter que enfrentar, se persona, interminável menstruar
do ato marginal

acalanto o que não se pode ser só encanto
sinto ter nas mãos, mesmo pavio, o sim que nasce dos nãos
que com a palavra desafio.



2006
Sítio de Poesia
www.alfredorossetti.com.br
ALFREDO ROSSETTI
Enviado por ALFREDO ROSSETTI em 27/01/2006
Código do texto: T104586
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Sobre o autor
ALFREDO ROSSETTI
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil, 65 anos
143 textos (2367 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 00:23)
ALFREDO ROSSETTI