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ETERNIDADES DESENFERRUJANDO HOMENS


Nasceu
Em Itabira do Mato Dentro!!!

A Aristocracia de suas sementes,
Que tem cheiro de gente,
Jornaliza a “Rosa do Povo”
Mimeografada com tardes que pensam
As primeiras páginas da modernidade!


Nasceu poeta de triângulos
Na quina dos enigmas.
Nasceu homem de palavras
Onde o sol posto é rosto do amanhã,
Condição do poético
Na “Máquina do Mundo”.


Horizonte moral e belo
De um relógio que
Não conhece as horas
Por nascer de minas.


Como árvore de ferro
Sua poesia assiste o tempo,
Desenferruja homens com eternidades
E pedras pelo caminho.



***homenagem ao poeta Carlos Drummond.
Ruberval Cunha
Enviado por Ruberval Cunha em 27/01/2006
Código do texto: T104607
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Sobre o autor
Ruberval Cunha
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 43 anos
76 textos (6654 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 10:39)
Ruberval Cunha