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Pobre Falso Poeta

Emuchercido o lírio
O cheiro ainda é forte

   E o martírio deixa eterno corte.

O remédio já não cura
Agora ele também mata

   Enche o peito de amargura e ataca.

A lágrima já não brilha
É falsa e desonesta

   Nem para a guerrilha presta.

A morte não assuta
É cômica e até esperada

   É como a astúdia da espada.

Eu quero ser agora
um pobre falso poeta

   Que chora, ama, desperta!
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 13/04/2005
Código do texto: T11127

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal