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NEM AS PAREDES CONFESSO



 
Amores pargindo no tempo do sentir
de uma maneira diferente da real
Muitos levam esse viver
sempre na esperança de completar se,
andam caminhos sem rumos
vacilando , tateando o nada e o caos
e perdendo se  a cada trilhar
e mais ainda em sua caminhada.
Nossa alma anseia  sente o amor,
percebe na distância e clama pela chegada.
É um momento divino quando deparamos com
esse ser que trazemos dentro d'alma
e ao olhar nos perdemos em devaneios
e sensações inexplicáveis.
É uma interação total.
Uma sublimidade.
É o amor reencontrado.
Nosso ser expande se e o coração
chora de alegria.
Mas....
A vida com seus desencontros
entra para isolar o que era para ser Uno.
Difícil entender esses caminhos tortuosos
doloridos.
Assim vamos levando a vida alimentando
esse amor que encontra se no âmago.
Ele representa vida e esperança
que um dia nossa estrada tome um só rumo.
Mesmo sendo um amor que encontra se
dentro da alma e ninguém percebe.
Pois o silêncio pede silêncio.
E a ilusão toma outro colorido,
mesclado rubro.
E nosso amor somente nós sabemos.
Mais ninguém.
 
É como essa música...
Nem as Paredes Confesso
 
zelisa camargo
 
20.02.04
18.38hs
ZEL
Enviado por ZEL em 16/02/2006
Código do texto: T112488
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
311 textos (33940 leituras)
8 e-livros (803 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 08:24)
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