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Tome meu corpo, faça proveito

Tome meu corpo, faça proveito
Tome a faca e abra o corte
Tire o que quiser, afinal, aceito
E de que me vale o corpo após a morte?

Toda minha maldição irá comigo
Eis que levo o que de precioso tenho
Já meu corpo, deixe ao urubu faminto
Ou ao corvo que buscando eu venho.

Tire-me as tripas, o fígado e o coração
Me destruam como sempre quiseram
Mas saiba, que levo comigo minha maldição
Essa que vocês invejaram, mas nunca tiveram.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 15/04/2005
Código do texto: T11449

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal