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"VELHO POETA"

Na calmaria da noite
hora que o pássaro calado
não emite sons;
É que eu crio meus versos
que eu sintonizo o universo
em volta de mim.

Ah! É nessas altas horas
que o poeta angaria
na memória
seus dons, seus sons;
É quando é visitado
pelo dom divino.

Em que o poeta
transforma-se
num menino...
e deixa fluir
seus versos
que lhe sai do peito.

É um poeta velho
que ali é moço...
o poeta moço
que já ficou velho;
esse velho poeta
ainda é um menino.





Antonio Hugo
Enviado por Antonio Hugo em 22/02/2006
Reeditado em 05/06/2007
Código do texto: T114929
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Hugo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 59 anos
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