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TRANSMUTAÇÂO



Bosques e planaltos periódicos...
Em quatro estações...
Variam plenitudes de cômodo.
Sintam-se sintético se não sair voltando aos bosques...
Tais consumistas da babilônia...
Como disse Luis em sua conclusão terrestre.
Vejo assim, a síntese da vida nomeada como banal...
Em meu poético pensamento.
Vira-se o mundo de ponta cabeça...
Em despreocupação, pois confortados...
A não confiável corporação do mal.
Mas volto aos bosques, meus modelos...
De beleza acolhedora...
Onde jaz os antigos sábios em suas profundas filosofias.
Queria compartilhar minha pequena sabedoria, porém sei sobre minha condição...
Em paradoxos sociais...
Varia a crítica fundada em ideal.
Pois digo, a aranha pode matar o homem...
Apesar do seu minúsculo tamanho.
E nas subjugadas metrópoles...
Onde inicia sua introdução...
Vê-se anatômico primeiramente.
Portanto, diga-se de passagem!
Pois assim será, aqui na babilônia.



 





O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 23/02/2006
Reeditado em 25/09/2006
Código do texto: T115523
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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 29 anos
335 textos (8757 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 03:29)
O que de Souza

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