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Guerreiro

Jamais te vira cantar em silêncio, sorrir
Sem riso, e riso e pranto
Desiludir, e calado apanha-los
Para jogar flamejando no lixo?

Jamais te vira na saliência do nicho
Dos declives, desfalecer de fascínio neles
À lassidão enérgica de caminhar
Entre as sombrias crateras dos cismos

Jamais te vira golpear o apático
Para purificar o olhar da hipocrisia
De uma história que silencia e que acata

Vira-te na totalidade, camarada! coisa de mais valia
Extraída do sensualismo sarcástico
Pela patética ternura do dia-a-dia.
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 01/03/2006
Reeditado em 02/03/2006
Código do texto: T117315
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso