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AMARGO CÁLIX

Quanto a mim, não quero ser Judas
Para entregar o Justo por trinta dinheiros...
Afasta de mim este cálix, Pai, dá-me tua ajuda
Para eu não fraquejar, ensina-me a ser carpinteiro...
Quero ser vaso novo em Tuas mãos e trabalhar no madeiro
Não para fazer cruzes, mas para esculpir tua Santa face
Sem disfarce das marcas que Te impuseram os captores
Eu, pecador, me confesso:
não fui alcançado por Teus pescadores
E queria sê-lo...
Ter-Te em minha vida em todo momento
Para não me abater,
Para não ceder ao primeiro chamamento
Pois, se tentado sucumbir a primeira vez ,
terei na tentação atrativo...
Sei, oh!, Pai,
que na vida há tribulações,
mas tira do meu fardo tudo que é nocivo
Que as provações não estejam além do meu vigor
Tu vês nos olhos do Teu filho, aflito, a estrada escassa
Até ao Encontro,
ensina-me cantar hinos em Teu louvor
Concede a graça ao Teu filho de não provar a taça...

 (Infelizmente não consegui a pátena ou o cálix)
nvelasco
Enviado por nvelasco em 01/03/2006
Código do texto: T117493
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Sobre o autor
nvelasco
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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