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Ao som dos vermes...

Ao som dos vermes
Uma nuvem passeia
Despreocupadamente
No azul cinzento da tarde
De segunda.
O pouco brilho do Sol
Traz essa quase agonia
No bate-bate da máquina,
Do telefone.
Um quê de raiva se agita.
- Seu olhar está magoado.
Diz uma pessoa
Um balançar afirmativo
Faz bem sentir a presente
Situação.
Vidros se quebram,
Ora se unem,
Ao balanço de um barco
De luz,
No azul cinzento desta mesma tarde.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 19/04/2005
Código do texto: T12013
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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1 e-livros (241 leituras)
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