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NN

Poeira sentada
A uma da manhã
Tranca na solidão
Não é a outra
Só aquela mesma
Velha sem fim
Começo de noite
Varre sentidos
Em sua tríade temporal
É a voz que embarga
Há ventos, conventos, tidos e contidos
Onde o pequeno beijo dado
Rouba de mim
Amor, coração.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 19/04/2005
Código do texto: T12030
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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1 e-livros (241 leituras)
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