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Apelo

Ó amante cruel, traiçoeiro,
tortura-me com tal severidade,
acabas com minha alegria
deixando-me na saudade.

És amigo como um gentil,
finges o tempo todo me amar.
Esquece-te de tua companheira
que fica a te esperar.

Engana-me como uma criança
pondo-me na solidão,
que queres amante cruel?
Se nem pelejas por meu perdão?

Confias que sou tua serva
a qual possa manejar?
Bem sabes que não vivo,
se não puder te amar.

Que fazes brincando assim
com este sofrido coração?
Não tens pena de mim
que pranteia na ilusão?

A ti entrego meu destino
mesmo sabendo a verdade.
Quem sabe! Com pena de mim
não me deixas mais na saudade.

                 (Cathy)
cathy
Enviado por cathy em 10/03/2006
Código do texto: T121419
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Sobre a autora
cathy
Açailândia - Maranhão - Brasil, 41 anos
7 textos (135 leituras)
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cathy