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POEMA MALUCO II

Puta que o pariu...
Perdi cinco centímetros da minha avó.
Retrocedi belos passeios...
Enganei os doados...
Trapaceei os dados...
Fracos, fulminantes, retardados.
Velas acesas no quarto...
Híbridos estranhos amalucados...
Geps sem sentidos...
Ainda penso nela, com seu cheiro de canela...
Na passarela amarela...
Acho que eu a amo.
Pois passos profundos pensativos...
Resultam no tal do caderno eterno.
Já líquidos acidulantes...
E mutações com gergelim...
Financiam o ridículo.
Rizos céticos se penduram...
Na minha garganta inflamada.
Flamas belas dançam...
A canção dos espíritos elementais...
O país pede paz.
Então pesso a vocês:
Eliminem seus deuses mortais...
E pensem mais nos irmãos.
Resultem bons resultados...
Amém.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 11/03/2006
Reeditado em 12/06/2008
Código do texto: T121861
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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 29 anos
335 textos (8757 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 05:10)
O que de Souza

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