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UMA M...

Por tantos fios de cabelo
Pelas unhas e unhas, pulhas
Cada vez mais cada vez
Nos dentes da boca
Ao pelos da cara, que porra
Naqueles dias que de noite é assim mesmo
E com todas essas e outras, enchem o saco
E vai levando, na cara, de cara
Essa cara
Feia, grande, quadrada
Sem graça, de graça, desgraça
Cheia de buracos
Com aquele que parece um saco sem fundo
Que vez por outra, grunha
Ou aquele cheio de pelos
Com duas fubecas
Credo
Esse é o seu rosto.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 20/04/2005
Código do texto: T12212
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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