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Perfeita Camuflagem

Mais tarde
Desejo acabar de vez com essa maldade
Que de dentro de uma caverna
Dentro de mim
Castiga os mais frágeis

Onde eu escrevo
Uma janela abre
E um girassol imenso surge do nada
Numa perfeita camuflagem

Por que tudo o que sempre escrevi
Foram palavras ao vento
Canções herméticas
Sementes sem alma

E nada
Nada me importa
Nem mesmo o amor
Essa procura inútil
Que sempre fiz por letras tortas.
ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 15/03/2006
Reeditado em 10/10/2007
Código do texto: T123683

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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