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Poucas cabeças pensantes...

Poucas cabeças pensantes
Um corre, corre, corre, corrido, corre, ...
Todos os dias, chamados dias
De noites sempre mal-dormidas
Muitos corpos, viventes
Outro corre, corre, corre, ...
Quanto correr, correr espremido
De movimentos não definidos
E tanto, mas tanto se tem para falar
Mas essa correria, ensandecida
Se perpetua para cada minuto
Onde o espaço e o indefinido
Se confundem abruptamente
Com o nada, nadinha, nada
Apesar de toda uma avançada
Eletro-eletrônica até,
Maneira e modo de viver
Onde o espaço é o espaço
Infinito, bruto, da estupidez
Neo-sentimental humana.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 21/04/2005
Código do texto: T12388
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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