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Poema grosso

Esse jogo de ser ou não ser um guerreiro na vida
São bobagens que um dia um sujeito ensinou numa esquina
São tolices...
A vida é uma escopeta
Apontada pro peito e pra cabeça

Sem os parâmetros e os vícios e os sacrifícios aos quais é submetida a carne humana
O homem sequer é um homem
O homem sequer se habita
Não há um homem dentro desse homem
Quanto mais um guerreiro

Aí enquanto a minha geração que talvez não perca em covardia somente para a tua
Perdida na monótona existência dos dias
amadurecia
Tu e teus outros urubus
Fediam durante toda uma vida.

Viver, meu caro!
É mofar a pele ate virar muxiba
É buscar o amor enrabando a mãe de um amigo
É cuspir no prato e fugir da vida.
ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 16/03/2006
Reeditado em 12/10/2007
Código do texto: T124191

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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