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Poema 0247 - Talvez amante, talvez nada


 
Não vou me desculpar por lhe querer tanto,
tenho mesmo este jeito alucinado,
meus sentidos estão onde você está,
só para tê-la, só para tocar seu corpo.
 
Posso ser um desajeitado no meu jeito de amar,
preciso do seu carinho, do sexo,
minhas atitudes são movidas pelas vontades,
talvez não entenda, mas sabe que volto sempre.
 
Perdi-me, estou agora pensando em você,
posso suportar muitos nãos, mas o seu...
Continuo apaixonado, nem sei se notou,
pode sorrir, nada é mais antigo que o meu ''te amo''.
 
Voltarei daqui se não me quiser, é sério,
prometo todas as promessas, todas as juras,
desculpe, por amor sou um eterno mentiroso,
volto sempre que me der saudade, até daqui a pouco.
 
Não me pergunte mais nada, beijo-a outra vez,
somos a luz e o fogo, um no corpo do outro,
não quero ser um estranho no seu caminho,
talvez amante, talvez nada, só seu e você minha.
 
24/04/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 22/04/2005
Código do texto: T12503
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas