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POEMA DE UM AMOR ATEU

Eu não quero ser poeta
de um amor mal resolvido
que vai cantando
 ao pé do teu ouvido
uma canção sem ritmo,
meio pateta
de quem não respira
se você não der o sopro.
Eu não quero fazer apologia
de dores insuportáveis
e agruras infindáveis
como quem não sabe ter alegria
e que, com vocação de sofredor
não sabe fazer outra rima
que não seja amor com dor.
Eu quero fazer poesia,
quero fazer canção
no ritmo da alegria
que balança o coração.
Minha poesia vai rimando
com aquilo que a tua boca
vai soltando, meio louca
quando teu corpo vai dançando
no mesmo ritmo do meu,
escrevendo em rimas poucas,
a história mais que sagrada
deste amor tão divino
e tão assim ateu.

Débora Denadai
Enviado por Débora Denadai em 22/04/2005
Código do texto: T12555

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Sobre a autora
Débora Denadai
Caracas - Distrito Federal - Venezuela, 54 anos
722 textos (154025 leituras)
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Débora Denadai