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DANÇA DE OPOSTOS


Sonho não se nega.
Homem não usa nenhum disfarce
(ou pelo menos não deveria!)
Pássaro que nasce nos abraça
Com lábios, beleza, leveza de lágrimas
Sorrindo na face.


Ave com as primeiras penugens
A chuva é a própria melodia,
Flor molhada de fantasia.

Cordas de emoção
Fazem abandono do controle remoto.
Nova pauta nos escreve,
Gravação aguda de vida
Feita de velhas danças.

Tudo é novo quando não se conhece!

Redemoinho de rendas
Arranjam sina que o ser assina.
Entre sombras do que somos
O porto que nunca alcançamos
- espaço feito pra novas danças!

Tudo é velho
Quando já se viveu muito.
Ruberval Cunha
Enviado por Ruberval Cunha em 20/03/2006
Código do texto: T125910
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Sobre o autor
Ruberval Cunha
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 43 anos
76 textos (6654 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 13:16)
Ruberval Cunha