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"Soldado grego, Cassandra e o Paládio" - vaso grego

A PRENDA

e, depois de roubarmos o Paládio,
Diomedes e eu saímos da cidade;
não precisamos puxar pelo gládio,
não fomos vistos, na obscuridade;

porém, senti de algum modo a Ira,
a Raiva dessa minha bela Deidade;
ELA lá não admite que se interfira,
e, ninguém arrosta-Lhe a Vontade;

mas, esse roubo tivera de ser feito,
um quesito para se vencer a guerra;
o poder troiano precisa ser desfeito,
prá eu poder voltar prá minha terra;

por roubar-Lhe a Prenda, Palas Atena está uma 'fera',
e fará minh'Amada ficar mais dez anos à minha espera!


Moacir et Selena 2005
brilhe a sua LUZ!

aborreço o roubo e toda injustiça (Isaías 61:8)


segundo um adivinho, eram três as coisas essenciais para a queda de Tróia:

recuperar o arco de Héracles, que estava em poder de Filoctetes;
cooptar Neoptólemo, filho de Aquiles, que estava na ilha de Squiros;
e subtrair o Paládio, estátua de madeira da deusa Atena que havia caído
do céu e era cultuada pelos troianos em local secreto.

Odisseus (Ulisses) e Diomedes, chefes gregos, entraram na cidade
e roubaram o Paládio, despertando, assim, a cólera de Atena.



Moacir et Selena
Enviado por Moacir et Selena em 20/03/2006
Reeditado em 20/03/2006
Código do texto: T125999

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Sobre o autor
Moacir et Selena
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 74 anos
736 textos (71182 leituras)
8 áudios (1059 audições)
5 e-livros (2339 leituras)
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Moacir et Selena

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