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Dedilhando...

Angélica T. Almstadter
 
 
Sem retoques dedilho no meu violão
A canção que nem pautas mais tem
Saem aflitas, ardendo como vulcão
Da mão que a conhecem como ninguém
 
Plangente  meu canto que sai abafado
Crivado de angústias do peito carente
Pungente de dor se arrasta num fado
Mariado insiste nesse tanger demente
 
Meu canto entoado faz secretas juras
Puras, nascem como oração de ateu
No breu das muitas noites sem censuras
 
Embriagado, por ti ele se derrama lento
Sedento amor meu, por teu orvalhado
Pecado de doçura...todo meu intento
Angélica Teresa Almstadter
Enviado por Angélica Teresa Almstadter em 23/04/2005
Código do texto: T12625

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Sobre a autora
Angélica Teresa Almstadter
Campinas - São Paulo - Brasil, 62 anos
1054 textos (55644 leituras)
25 áudios (3274 audições)
1 e-livros (247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 18:44)
Angélica Teresa Almstadter