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CANTO SECO


 
o canto seco preso na garganta
a palavra que quis ser mas nunca
foi entendida.
As lutas travadas pela paz e harmonia
mas sempre levando a bandeira do amor.
Hoje caminho pelos campos como
uma Loba perdida de sua matilha
o choro explode em uivos nessa mata
fechada e solitária
onde apenas o  eco se ouve.
Uma dor dolente massacrante
que dilacera peito
quedando me a um estado de caos.
São momentos que todos passam,
mas ao deitar nessa relva
adormecemos ao luar pedimos
a Mãe Terra que acolha nosso corpo
cansado e fortaleça a nossa caminhada
para prosseguirmos em nossa batalha
pela paz e união de todos os povos
nossos irmãos .
 
Loba do Cerrado
04.10.05
17.32
 

   
 
ZEL
Enviado por ZEL em 22/03/2006
Código do texto: T126656
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
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8 e-livros (803 leituras)
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