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CONTABILIDADE DO AMOR

Quando tenta-se contabilizar o amor, fica assim...

 
CONTABILIDADE DO AMOR

Na Contabilidade do amor,
ouço vozes que dizem:
Títulos a Pagar, neste caso,
Despesas com tristezas e desamor,
Lança-se Exigível a Longo Prazo;
Em contrapartida, se o sentimento
causar Fluxo de Caixa,
melhor que seja Imobilizado,
assim a Conta Banco não entra em baixa;
No Passivo fica a desilusão,
sem Ajuste  no Saldo Inicial,
perda de Investimento e na Aplicação,
aí Debita choro, Credita Encargo Emocional;
No Balanço o amor é Credor,
porém na Escrituração Final,
sem carinho Circulante, é Saldo Devedor,
lá se foi a Reserva de paixão Operacional;
Esta Contabilidade é mesmo difusa,
não entende nem o melhor Contador,
elaborada assim toda confusa,
tem sentido e Razão,
posto que no Livro Diário da vida,
não há como contabilizar o amor...

13/10/04

Andrade Jorge

direitos autorais reservados

(o autor apenas fêz alguns trocadilhos com nomenclaturas utilizadas em Contabilidade, e aproveita para homenagear todos o(a)s Bacháreis em Ciências Contábeis e Técnicos(as) desta relevante área, desde os tempos de Platão).
ANDRADE JORGE
Enviado por ANDRADE JORGE em 24/03/2006
Reeditado em 13/10/2008
Código do texto: T127823

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Sobre o autor
ANDRADE JORGE
Jundiaí - São Paulo - Brasil
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