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A EXUBERÂNCIA DA VIDA

A vida é mesmo um nada
Pois quanto mais vazio o espaço
Mais liberdade e oportunidade
Temos para acrescentar o tudo que somos
O tudo que queremos ser... Ser absoluto

O que posso querer levar da vida
Se a vida sempre me acompanha?
Assim é fácil concluir
Que nosso maior tesouro
Nossa maior conquista, é a vida.

E como preservá-la? Cultivá-la?
Aperfeiçoá-la, Multiplicá-la, eternizá-la?
Ensaiá-la Projetá-la, sugá-la... Prová-la!

Estuda, trabalha, serve...
Ama, reclama, inflama, pede.
Ora, fala, ouve, sente, amamenta, protege.
Orienta tormenta, não.
Agüenta, tolera,
Espera....

Esquece, anoitece, amanhece esperança...
Morre um velho nasce uma criança...
Renovada lembrança no seio da maternidade
Natalidade? Não!
Imortalidade... Perfeição...

Frágil a vida?
Não minha querida
Frágil é somente,
Nossas ilusões sobre a vida.

De facilidades sem esforço
De um amor sem conquistas
De uma batalha sem lutas
De reforma sem abalos.
Frágil são nossas ilusões...

Mas levantemo-nos
Pois somos gigantes e infantes
Prossigamos avante com nossos sonhos
Pois a rocha da realidade também pode ser
Removida e alterada, penetrada fragmentada.
Remodelada.


Não com uma martelada
Mas com milhares de cabeçadas
Perseverança e confiança nas investidas
Porque isso é
A exuberância da vida...
CicBenSil
Enviado por CicBenSil em 29/03/2006
Código do texto: T130606
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
CicBenSil
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
417 textos (17558 leituras)
5 áudios (518 audições)
4 e-livros (252 leituras)
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