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Um quase...


Eu não estava averiguando sóis
Antes os raios incidiam sobre minha pele
Sol cortejando pele.
Na gentileza desse instante
Abre-se um sorriso
Uma possibilidade gentil
Entre eu-ser e  as coisas sendo.
É como uma pausa
Um sossegar-se em meio ao mundo.
Não importa tanto
O instante seguinte
São nas coisas simples
Que está uma certa paz.
Não importa, tão pouco,
Se essa paz é duradoura
A mente aprende a contentar-se
Com aquilo no momento daquilo.
Nem passado nem futuro importam.
Grita mudo.
Se depois disso tudo
Renascer a luxúria dos pensamentos
Não neguemos isso também.
Vejo que a vida é abraçar
Um quase tudo
Um quase ninguém
E no meio de tudo abraçado
Envolvido
A resposta:
Tudo é quase tudo
Nada é quase tudo.
Nada e tudo é quase uma ilusão.
Anaís
Enviado por Anaís em 30/03/2006
Código do texto: T130994
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Sobre a autora
Anaís
Vila Velha - Espírito Santo - Brasil, 43 anos
55 textos (1647 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 00:28)
Anaís