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Minha Menina

Lá vai minha menina,
Sem pedir licença para crescer,
Noto seus cachos que quando menina,
Ajeitava-se nos laçarotes.

Hoje se ajeita de contra o vento, a favor do tempo,
Do tempo que não para, que não pede...
Que soltou os laços, mas prendeu um nó,
Que não se solta, e por mais que se estenda,
Entende que sempre se volta...

Lá vai minha menina,
Dando licença a seus pensamentos e vontades,
Saindo do refrão ensaiado,
E cantando sua própria canção...

Vai se achando minha menina,
Discordando do que vem pronto,
Do que está feito, do que se disse,
E neste disse me disse continua a minha menina,
A ter todos os porquês de criança,
Indo a busca das respostas...

Lá vai minha menina.
Já é gente grande,
Mas não e gente séria...

Combina teu riso escandaloso de criança,
Com a tua história menina...
ziza Silvestre
Enviado por ziza Silvestre em 01/04/2006
Reeditado em 11/06/2006
Código do texto: T131848

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Sobre a autora
ziza Silvestre
Ourinhos - São Paulo - Brasil, 53 anos
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ziza Silvestre