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Como se fosse a primeira...

Como se fosse a primeira
Nem sendo a segunda
Toda vez que tem que ser
Uma vontade sobre maneira
O corpo roliço ao largo sorriso
Do prazer sem nenhum limite
Para cada batida múltipla do coração
Uma nova ação e devaneios
Sua respiração ofegante
Cegando o olhar no contato com a luz
Que me brilham os olhos de tanto tesão
A pele rija transformada em suor e gestos
E beijos no calor da boca, dos seios
No infinito rosado do seu sexo
Pulsando, pulsante alegria de saudade
De passar mais que um dia sem
Sentir as mãos acariciando o corpo
Latente de desejos & sexo & paixão
Mais devaneios, sonhos loucos & etílicos
Perdidos na fumaça de mais um cigarro
Outros beijos, outros afagos,
E como um copo vazio
Se larga extenuada e nua na cama
Com os seios clamando mais, e mais...
Com um tesão desvairado ao
Cair da tarde.

Se nesse, ou em outro se repete, é porque o tesão é imenso.

Peixão89
Santo André-SP-Brasil
Peixão
Enviado por Peixão em 26/04/2005
Código do texto: T13213
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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