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Desejo

A língua sussurra na pele
sua sede.
Em pétala se abre a pele.
Caminhos, sulcos, fendas.
Fome no ventre.

Desejo,
quando quer,
não tem amarras.
Entra na fresta.
No silêncio.
Abre vãos.
Descobre atalhos.

Cai
como chuva dourada
fertilizando
Dânae.


Acrísio, rei de Argos, não tinha filhos, mas tinha a filha Dânae. Foi avisado pelo Oráculo de Delfos que sua filha lhe daria um neto que o mataria. Para fugir do mau presságio, Acrísio trancou Dânae em uma torre de bronze. Zeus se apaixonou pela moça. Transformou-se em uma chuva de ouro e entrou no quarto de Dânae através de uma fenda. Dânae deu à luz a Perseu, aquele que matou a Medusa, mas essa é outra história...


Acrísio, rei de Argos, não tinha filhos, mas tinha a filha Dânae. Foi avisado pelo Oráculo de Delfos que sua filha lhe daria um neto que o mataria. Para fugir do mau presságio, Acrísio trancou Dânae em uma torre de bronze. Zeus se apaixonou pela moça. Transformou-se em uma chuva de ouro e entrou no quarto de Dânae através de uma fenda. Dânae deu à luz a Perseu, aquele que matou a Medusa, mas essa é outra história...
Solange Firmino
Enviado por Solange Firmino em 03/04/2006
Reeditado em 03/04/2006
Código do texto: T132985
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Sobre a autora
Solange Firmino
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Solange Firmino