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Vírus

Disforme, cego e solto,
Louco, imprudente e assassino.
Desgraçado, reles e revolto,
Mentiroso, fraco e teatino...

Vírus, que corroí,
Que consome sem diretriz...
Que corrompe e destrói,
Com sua saga infeliz...

Vírus, mal domado e enxertado!
Criado por um revoltado imbecil.
Que deixou a honestidade de lado,
Para mostrar o seu lado vil...

Vírus, de poesia infame,
De notas desgarradas...
Protegido por telas de arame,
Golpeia inocentes que não lhe fazem nada...

Vírus, praga sem solução,
E vindo de destinos ignorados...
Deixando-me com uma fúria sem noção,
Ao encontrar meus dados apagados...



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http://emnomedospoetasmortos.blogspot.com/
Marco Ramos
Enviado por Marco Ramos em 04/04/2006
Código do texto: T133474
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Sobre o autor
Marco Ramos
Salvador - Bahia - Brasil, 47 anos
242 textos (16665 leituras)
5 áudios (355 audições)
3 e-livros (406 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 17:58)
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