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Fazer poético


Meu fazer não é poético... lírico?
Fora um dia, não mais.
Agora a forma é áspera
E o fruto prima pelo amargor.

Poesia, amor, desejo, rebeldia... ficção!
Não passa de ironia...
Escrever às vezes é maçante
Como ler um livro entediado da leitura.
 
Deixo as palavras fluírem...
Assim, sem sentido aparente...
Postas, sobrepostas, pospostas, antepostas,
Vão aos poucos ganhando forma, justapostas.

Adquirem significados notórios
Desde que atinjam seu objetivo
Trancafiado no limiar do inconstante
No fluxo desvairado do inconsciente.

Alberto da Cruz
Enviado por Alberto da Cruz em 04/04/2006
Código do texto: T133862

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Sobre o autor
Alberto da Cruz
Angra dos Reis - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
201 textos (24153 leituras)
15 áudios (1092 audições)
6 e-livros (1207 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 16:44)
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