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Arlequim

Ah ingrata mulher, me deixaste sozinho na chuva...
Somente eu percebi minhas lágrimas caindo,
Eu e a tristeza por testemunha...
Por ti navegaria por mares nunca antes percorridos,
Cruzaria as Tormentas mesmo não atingindo a Boa Esperança.
Entrei nas regiões abissais de meu âmago(se é que poderia
ficar mais por baixo).

Mas me reergui, escalei todas as frustrações, resvalei por entremeios
Desfiz trechos entrecortados, suspiros desfeitos, palavras não proferidas,
Nada ficou, coisa alguma persistiu...juntei meus cacos, remendei meus andrajos,
Fiz uma roupa nova, hoje sou eu e mais ninguém...embora fantasiado...
Fiz de minha vida um eterno Carnaval.
Proteu
Enviado por Proteu em 07/04/2006
Código do texto: T135275
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Sobre o autor
Proteu
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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