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Morto

Morto

Pelas dores que não são minhas
E me afligem.
Pelo gosto de desgosto e fuligem.
Pelo amargo da mão mesquinha
Por tudo que esconde as estrelas
E tanto me desalinha.
Aos versos inquietos e covardes,
Aos apelos fracos e sem sons,
Aos que morrem toda tarde,
E viram anjos ou demônios de néon.
Pela insanidade de hoje, eu te perdôo.
Pelo choro de amanhã eu te condeno,
Pela mesmice do caos eu te suplico,
Daí a mim do meu próprio veneno.

Tonho frança.

Tonho França
Enviado por Tonho França em 15/04/2006
Código do texto: T139732
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Sobre o autor
Tonho França
Guaratinguetá - São Paulo - Brasil, 51 anos
82 textos (5757 leituras)
4 e-livros (356 leituras)
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Tonho França