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O Amor de Ontem

Todo mundo tem
um subjetivo
na vida:
é o verbo
cantar,
viver,
das partes
e
sofrer
com arte.

Meu subjetivo
está
a andar:
ora proso
versos
para amada
partida,
oro sofro
de
lassidão
dos
perdidos.

todos
tem um
subjetivo
na
vida.

alguns,
tolos e
avessos,
eles faúnam
a vida
a procura
deles
mesmo.

perca de tempo,
vaga memória!

eu subjeto
a flor,
a cor da
flor,
a flor de cheiro,
o amor caseiro
e rezo
pra a amada
da vida
nunca me
deixar.

sou bolo
de cheiro,
sou cozinha
dos primos!

não feito gente
comum,
dispostos
nas esquinas
doloridas da vida,
onde um se me dá,
outro foge, e é
de comida,
consumida.

tenho a vez
e a passagem.

meu sujetivo
é brado amor,
meu corolário
é de três pedras
de cor,
que namora na
minha aragem.

ela é
meu amor
meu abraço,
meu beijo
de viagem.

dois pra lá,
dois prá cá.

viva erondina,
minha eterna,
que vivia
perto
mas virou longe:
distância
de mapa.

foi embora,
sempre de vez,
me levando de
saudades e
deixando um
homem
sem mais coragem,]
sem mais
qualquer
subjetivo.

amor que foi
amor, quem me
dera:
amor que
de criação,
me fere.
José Kappel
Enviado por José Kappel em 19/04/2006
Código do texto: T141514
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel