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DESPEDIDA DO POETA

Um dia nasci, e menino ainda peguei no papel para escrever, de minhas mãos brotavam versos, brotavam trovas que falavam de amor, paz e união. Cresci e continuei sonhando, sonhando com um mundo que jamais tinha visto ou conhecido, um mundo sem preconceitos, sem desigualdade, um lugar onde todos os Homens pudessem viver em paz e união.
Hoje estou velho e cansado, mas continuo sonhando, sonhando o mesmo sonho de criança, minhas mãos fracas e tremulas ja não seguram mais o lápis com a mesma firmeza de antes, sei que estou chegando ao fim da estrada,  porém minha jornada não termina aqui, levarei comigo para outros mundos, o meu sonho de poeta, e um dia seja lá onde eu estiver ainda verei brilhar nestaTerra que tanto amei a paz que um dia poeta sonhei.


     
Jorge Santos
Enviado por Jorge Santos em 20/04/2006
Código do texto: T142113
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Sobre o autor
Jorge Santos
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 47 anos
93 textos (4627 leituras)
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Jorge Santos