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Poesia derradeira

No meu evangelho de solidão,
Ganho as violetas do jardim
E enquanto caio dentro de mim
Busco na sepultura inspiração.

Uma última diversão, e fria,
Que seja como que uma espada
Em minha alma corcunda e pálida.

Um verso, mesmo que adverso
No qual eu finja ser poeta
Pra não morrer em agonia.
Rivelino Matos
Enviado por Rivelino Matos em 27/04/2006
Reeditado em 02/05/2010
Código do texto: T146336

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Sobre o autor
Rivelino Matos
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Rivelino Matos