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O VÔO DAS BORBOLETAS AZUIS

    No recanto solitário onde pairam as borboletas azuis
                    Fenecem as mágoas nuas,
                   Cintilam as águas  puras,
                  Irradiam paixões  púrpuras.

   No raro beijo suculento junto aos brejos e às cascatas
               Sibilam razões adormecidas nulas,
              Adornam laços e  abraços jubilares,
           Até então atrofiados no desencanto tosco.

             E leve é o vôo das borboletas azuis,
             Suave seus abraços junto aos ventos,
         Que aos poucos cintilam, irradiam, fazem juz
          À catarse dos beijos  molhados suculentos,
              Movimentos dos momentos que seduz
             A mais bela luz das luas de encanto.
Celso Godoi Neto
Enviado por Celso Godoi Neto em 28/04/2006
Código do texto: T146713

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Sobre o autor
Celso Godoi Neto
Porto União - Santa Catarina - Brasil
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Celso Godoi Neto