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Metamorfose

Ao longe algo me chama...
Vaga por entre a névoa fria
O meu mórbido e risível fantasma.

Vou no todo texto e pretexto,
Um poema in verso
Um anjo meio perverso.

Ser metamórfico,
Desprezível artifício
(sou eu, um ser fictício?).

E em toda paisagem morta
A constatação ignóbil in petto
Que para a vida sou inóspito.

E de minha morte artificial,
Quase sempre doce e mortal,
O sempre riso cadavérico.


 
Rivelino Matos
Enviado por Rivelino Matos em 03/05/2006
Reeditado em 02/05/2010
Código do texto: T149769

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Sobre o autor
Rivelino Matos
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Rivelino Matos