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Momento

Sei que espreita cautelosa
a hora que chegarei
sem grande alarde, quase muda,
em leve roçar na noite
como quem nada quer
no fingimento estudado
e máscara de doce sorriso.
Sei que espreita cautelosa
a minha hora chegada,
alvoroçada, falante,
na agitação da noite
como quem tudo deseja
na afirmativa certeira
e ecos de gargalhada.
Sei que me espreita.
É minha hora.
 
Maria Luiza de Monteiro Marinho
Enviado por Maria Luiza de Monteiro Marinho em 06/05/2006
Reeditado em 07/05/2006
Código do texto: T151337

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Sobre a autora
Maria Luiza de Monteiro Marinho
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Maria Luiza de Monteiro Marinho