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Clara

Clara, doce Clara
como te vais tão doce
cada dia um pouco mais
com um sorriso manso
calada, calma, contida,
carregada de frescores
certa de não voltar.
Clara, doce Clara,
cedo te encontrarei
cuidando de teu pesar
cortando teus dissabores
catando velhos amores
citando antigas modinhas
cantando versos de amor
Clara, doce Clara,
como sei que não te vais
cada dia um pouco menos
com meio sorriso aberto
corrada, contente, cadente,
carregada de amores
certa de não mais partir
Clara, doce Clara,
com tudo isso irei,
caminhar sem sobressaltos
com a alma em alvoroço
colo cheio de vida
coração batendo forte
e fé na batalha da vida.

Maria Luiza de Monteiro Marinho
Enviado por Maria Luiza de Monteiro Marinho em 08/05/2006
Código do texto: T152773

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Sobre a autora
Maria Luiza de Monteiro Marinho
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Maria Luiza de Monteiro Marinho