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Gelo na sua sopa

(com o punho enterrado na garganta
ouviu uma série de movimentos
que pareciam um tanto quanto sublevação'
erguendo as escovas de (dentes, e se embrulhando
em um edredom) bem limpinho)
era o fogo que queria rosa
era o verde que ardia fogo
cruz em brasa, flor odiosa
era a culpa em dobro,
                       devorando um gato
a garganta saltava frouxa
em um ímpeto frio de espasmo
enquanto a revolução queimava em sua janela:

                             
                                  NÓS SOMOS A TEMPESTADE!
Augusto Guimarães
Enviado por Augusto Guimarães em 09/05/2006
Código do texto: T153074
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Sobre o autor
Augusto Guimarães
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil, 29 anos
39 textos (2181 leituras)
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Augusto Guimarães