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Balada d'angústia

Balada d’angústia

Vim sufocado pelos gritos da noite,
num perder do seu gosto.
Vedes mulher...
Este abraço que sofro das estrelas,
és tu
Indo pelo tempo que me escapa
pelos medos... Meus medos.
Pelo surto do teu olhar
que me invadiu.
Ante a aurora
Tenho-te como uma luz...
Breve aos gritos da noite.
Bebe em teus dias,
um cálice de amigos,
sussurros, sorrisos, sede e amargo.
E neste precipício,
cavalgo junto ao irreal,
um cavalo chamado passado
na direção do não sei,
que nem é por não saber.
Defino a esculpir os velhos,
na esperança da rédea razão.
Volto esta noite, mulher.
Vedes o reflexo do novo passado
como as palavras que planto,
findo o futuro de um sonho.
Camper
Enviado por Camper em 09/05/2006
Reeditado em 13/05/2011
Código do texto: T153330
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Sobre o autor
Camper
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 38 anos
70 textos (1949 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 01:13)
Camper