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Nostalgia de Medos

um dia quis
rabiscar a
linha
do tempo
assim,
tempo de
florescer,
dele viver,
pois um dia
sei,
então,morrer!

nesta linha,
a gente vive
misturada:
estar indo
a algum lugar
é o mesmo
de nunca estar
chegando.

já fiz minha
linha do tempo,
improvisando
o feliz.

já me misturei
e aprendi:

a hora é
a de sempre
nada se move,
pouco se
resolve.

vem o tempo
seguinte
que não tem
mais resposta,
e morre
no suado vento.

vem o tempo
de fininho,
que será
erguido,
fácil,
pelos deuses
pedintes.

ai,não tem remédio,
o relógio pára
e a nostalgia
chega sem,
ao menos,
deixar
o beijo de
um parente.
José Kappel
Enviado por José Kappel em 13/05/2006
Código do texto: T155209
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel