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Insanidade !

Insanidade

Supliquei para sempre,atordoado.
Sua partida era o fim
sem ela não viverei!
     -Ao mundo proclamarei-
nada mais me interessa !
minha súplica:
sem ela, que não haja noite nem dia
nem tristeza nem alegria
parem o mundo!
resfriem o sol, aqueçam a lua1
quebrem os aneis de saturno!
que reduzam os oceanos num copo de agua!
que a amazônia se transforme em espinhos!!
do arco-iris só quero o preto!
da terra só me resta o magma,

          -ela teve o seu fim-
nao creio mais em nada
parem o relogio de londres!
a rainha não terá mais seu cortejo,
cruzem os braços da estatua da liberdade,
façam-na curvar  sua  cabeça  perante o Cristo Redentor,
congelem as cataratas do niagora,
coloquem coletes vermelhos nas andorinhas! e nos pombos brancos coloquem laços brancos para o momento do cortejo,
que os policias uzem luvas brancas,simbolizando a eternidade da paixão.
Nada mais me interessa!
das rosas ofereçam espinhos,nada mais difere,
Ao derreterem as geleiras do Nepal que elas se transformem em doces lágrimas e lavem a terra onde foi depositada a base e o ápce de uma paixão, do amor só restou a sombra!
Baixem o esquive e retirem o ar da terra, nada mais soará alem do meu pranto de amor.
Ela não existiu...

                                  Sirio
SIRIO
Enviado por SIRIO em 15/05/2006
Reeditado em 15/05/2006
Código do texto: T156710
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Sobre o autor
SIRIO
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 50 anos
131 textos (2201 leituras)
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