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SOCIEDADE DO MEDO

Bandidos à solta
Presos nas cadeias
Ou fora de suas celas

Não importa!!

O terror que espalham
pela sociedade à fora
é uma afronta às leis
aos cidadãos urbanos
e às comunidades gerais
que buscam viver em paz
mas quem a violência traz
Não respeita a si mesmo
Nem aos seres humanos

Os fascínoras de todas as ordens
Trazem o caos e a desordem
Vivem na lama de seus afazeres
E querem trazê-la à tona
À custa de seus torpes prazeres

Pois não apenas vivem de odres
E sim do sangue que jorra
E das lágrimas que borram
O triste semblante das gentes
Que clamam por soluções urgentes
A uma violância tão brutal
Indigna do pior animal

Como amostras do mundo infernal
Essas criaturas tão monstruosas
Aberrações de um mundo sem igual
Emergem entre as tramas urbanas
E atormentam como criaturas insanas
A paz e o sossego insurgente
De jovens e pessoas idosas
De um mundo tão desigual
E ao mesmo tempo - tão aparente

Que esse seja o último estopim
De uma bomba que sempre explode
E nunca parece ter fim
Mas a sociedade mover-se não pode
Tolhida em seus movimentos
Pelo medo e pânico adentros
Dos seus lares que não são lares
E sim - cadeias impostas
Pelo terror que vem de fora
E os devora em um mundo assim
Tão submundo - tão fora de si.

Pedro Ernesto Prosa e Verso
Enviado por Pedro Ernesto Prosa e Verso em 16/05/2006
Reeditado em 16/05/2006
Código do texto: T157088
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Ernesto Prosa e Verso
Fortaleza - Ceará - Brasil
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Pedro Ernesto Prosa e Verso

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