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Galho Seco!!!

Minha alma geme,
Cai sombria a túnica do medo,
Minha mente treme.
Oco estou em meu pensamento,
Nada ecoa, só lamento.
Onde estão meus versos?
Onde esta minha paixão?
Minha tênue oração?
Galhos secos de meus neurônios.
Vento que ulula em meu ouvido.
Uivo de um lobo solene.
Cascata de estrondo perene.
Trapejar de águia à caçar.
Vazio, vadio de um momento tardio.
Explode o grito, fulgurante arrepio.
Que se afogue o mal do mundo.
Que eu me ache em um segundo.
Que a lagrima que de mim escoa.
Seja fértil, água boa, que a poesia me entoa.
Lave o ramo da palavra.
Lavre o caule, caia a trava.
Faça poesia verdejante como fava.

L´(Max) 12.2005
L Max
Enviado por L Max em 19/05/2006
Código do texto: T158689
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Sobre o autor
L Max
Santo André - São Paulo - Brasil, 40 anos
20 textos (1077 leituras)
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