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iluminura


Não serem palavras o meu amor,
serem antes as giestas do teu caminho,
serem as candeias abertas pelo sol,
a tua luz que por meio das palavras que reflito.

Desse ocre vivo ainda podemos, juntos lançar a pintura da nova estrada,
Mesmo com dores ainda te sinto na luz dos meus olhos.
Que seja para sempre esta iluminura em alma.
Constantino Mendes Alves
Enviado por Constantino Mendes Alves em 20/05/2006
Reeditado em 20/05/2006
Código do texto: T159326
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Sobre o autor
Constantino Mendes Alves
Portugal
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Constantino Mendes Alves