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Minha Outra Metade

Vivo a vida que se reparte
Metade é rotina, metade é espera.
Vivo a vida que me cabe
Uma parte é sina, a outra é certeza.

Sou começo, sou fim
Desta minha vida que me escolheu
A travessia destino à outra vida
Que coube aos meus sonhos seu início
E ao fim da espera
Nem a eternidade caberá...

Sou lua, sou sol
Porém sou a fração que os separa
e, que mantêm acesa a chama
que se encontra na minha certeza
do amanhã...
ainda que distante...

Sou porto na minha vida
Seguro aos que me buscam
Ao que espero e acredito,
É lá que encontro o meu norte.

Vagueio e me canso
Contudo ao desânimo não me deleito
Trago comigo a esperança
De que o amor que espero e venero
Não cabe a esta minha vida apreciar

Uma vida, uma única e nova vida.
Para o muito que é o amor que tenho
Para o muito que é o amor que me espera...
ziza Silvestre
Enviado por ziza Silvestre em 21/05/2006
Reeditado em 13/07/2006
Código do texto: T159879

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Sobre a autora
ziza Silvestre
Ourinhos - São Paulo - Brasil, 53 anos
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ziza Silvestre