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O tribunal

O tribunal

Como juiz, me intimei a depor!
Para falar, para expor,
Todas as coisas sobre o horror, o temor, o amor!
Ponderei, mas mesmo assim me sentenciei!

Como réu, silenciei, observei,
Pensei, mas me calei...
Ah, mas como jurado, fui implacável!
Não perdoei, também condenei.

Como eu, me absolvi.
Pois só eu sei o que senti,
Por tudo que vivi.
Por tudo que vi...
Taos
Enviado por Taos em 24/05/2006
Código do texto: T161771

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Sobre o autor
Taos
São Paulo - São Paulo - Brasil, 62 anos
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Taos